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Clássicos do Board Game – Episódio 2: Ticket to Ride

Eduardo Vieira por Eduardo Vieira
5 meses atrás
em 101 Jogos Pra Jogar Antes de Morrer, Blog Nórdico, Fora da Caixa
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Clássicos do Board Game – Episódio 2: Ticket to Ride
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https://wasaki.com.br/wp-content/uploads/2022/10/passeios-de-trem-para-fazer-em-minas-gerais-tiradentes-maria-fumaca-sao-joao-del-rey.jpg

O que vem a sua cabeça quando falam em trens?

Sendo brasileiro e tendo vivido no sudeste entre o final do século XX e o início do século XXI, eu penso em Minas Gerais, no interior do Brasil e em um tempo que já passou. Os trens foram muito importantes na metade do século XX no Brasil, mas Juscelino Kubitschek, na sua ânsia de andar 50 anos em 5, preferiu apostar tudo no caminhão e os trens de passageiros no Brasil são hoje apenas reminiscências turísticas (com pouquíssimas exceções).

Porém, se eu tivesse nascido um século atrás, pensaria de forma totalmente diferente.

Para quem viveu no final do século XIX e início do século XX, os trens eram o símbolo da modernidade, a prova viva do progresso e do auge da espécie que dominou o planeta terra e levou aos sete continentes os trilhos e suas máquinas de vapor para carregar cargas e pessoas a velocidades nunca sequer imaginadas antes. A civilização não chegava mais a cavalo e sim sobre trilhos, o símbolo da modernidade.

The Saint-Lazare Station, 1877 by Claude Monet

O quadro acima, de Monet, não é uma coincidência. A estação de Saint Lazare era o ponto de partida para as suas excursões para pintar nos arredores de Paris. Dizem que enquanto ele pintava esse quadro ele pedia aos maquinistas para jogar o máximo de fumaça que pudesse, para poder captar corretamente o efeito que ela fazia na luz. Não existiria o impressionismo sem os trens de Paris.

Não à toa, as ferrovias são um tema muito caro ao hobby do board game, com centenas de jogos, de todos os tipos. E o nosso clássico de hoje, se não é o melhor de todos esses jogos, com certeza é um dos maiores sucessos comerciais da história do hobby: Ticket to Ride (TTR), de Alan R. Moon!

Ticket to Ride - Days of Wonder: Play different.™

Lançado pela Days of Wonder em 2004 e com mais de 18 milhões de cópias vendidas em todo o mundo (os números são de 2024), Ticket to Ride é o único real sucesso de seu autor e o grande “trem pagador” de sua editora (não resisti ao trocadilho).

Aqui no Brasil foi lançado pela Galápagos (agora Asmodee Brasil) em 2014 e é um dos poucos jogos de catálogo que é mantido em estoque quase que ininterruptamente (inclusive aqui segue o link para você encontrá-lo na Playeasy, o lar dos boardgames).

Sucesso absoluto de público e crítica, TTR ganhou todos os prêmios possíveis e imagináveis no ano em que foi lançado e até hoje ainda é citado como referência, e ainda recebendo prêmios retroativos, como a indução ao Hall da Fama do Board Game Geek esse ano.

O objetivo dessa série é dar uma visão atualizada sobre o jogo, dizer porque ele é bom (e o que ele tem de não tão bom assim), dar aquela pincelada básica de estratégia e por fim comentar sobre o seu legado e dar a minha opinião final sobre mais este clássico dos jogos modernos de tabuleiro.

Uma competição grã-finos excêntricos? SQN!

Dentre as diversas obras que reverenciam a importância das ferrovias destacamos o romance “A Volta ao Mundo em 80 Dias”, de Julio Verne, pois é notícia da inauguração de uma linha férrea que cruza a Índia que leva o o fleumático Phileas Fogg a se meter em uma aposta que o obriga a provar que é possível dar a volta ao mundo em 80 dias.

Se você não leu esse romance, faça-o, é uma excelente aventura e com um final surpreendente. Só tome cuidado e procure uma edição que seja uma tradução do original e não uma adaptação (o mercado é infestado delas). Eu dei uma pesquisada e essa edição da Zahar me parece bastante boa. 

Pois bem, o tema de TTR começa com 5 amigos que se reúnem anualmente para comemorar os feitos de Phileas Fogg e que, no ano de 1900, decidem fazer uma nova aposta: qual deles consegue viajar a mais cidades da America do norte em apenas 7 dias? O vencedor ganhará um milhão de dólares!

Pelo menos esse é o “conto de fadas” que a Days of Wonder tenta nos vender, mas é difícil de engolir.

Em primeiro lugar: o jogo não premia quem viaja a mais cidades. Segundo lugar: onde estão os sete dias? E, muito pior do que isso, se é uma disputa entre viajantes em linhas já existentes, porque a viagem de alguém bloquearia aquele determinado trecho? O tema, tal como proposto, não para em pé!

Após a construção da ferrovia, os Estados Unidos tentaram tirar todas as pessoas de origem chinesa do país — Foto: Pictorial Press Ltd/Alamy via BBC

Obviamente o autor e a editora criaram essa historinha para posicionar o TTR como um jogo familiar, mas o que estamos fazendo se parece muito mais com a ação de construir as ferrovias do que uma inocente competição de passageiros.

Uma descrição mais realista do tema provavelmente teria contornos muito menos agradáveis que a versão edulcorada que a Days of Wonder nos entrega, mas vamos deixar isso para outro texto!

Estrutura do Jogo

Ticket to Ride | Image | BoardGameGeek

O tabuleiro do jogo representa o mapa dos Estados Unidos e suas cidades ligadas por linhas férreas. As rotas entre as cidades são quebradas em trechos coloridos, representando as cartas que precisam ser pagas para que os jogadores possam colocar os seus vagões naquele trecho, reclamando assim aquela rota (a grande maioria das rotas só pode ser reclamada por um jogador, porém algumas podem ser reclamadas por dois jogadores). A maioria das rotas exigem cartas de uma cor específica, mas uma boa parte delas é cinza, podendo ser completada com o uso de qualquer cor (contando que todas as cartas sejam iguais ou que sejam as locomotivas, que representam os coringas do jogo).

Ticket to Ride – U-Con Gaming Convention

Cada jogador começa com 3 cartas de tíquete, tendo que ficar com pelo menos duas delas. Essas cartas dizem que cidades ele deve ligar com seus vagões e estipulam um prêmio se isso for feito e uma punição em caso contrário.

Choo-choo-check it out! It's Ticket to Ride: UK! — Rules of Play

Por fim cada jogador recebem também 4 cartas de vagão/locomotiva, que são usadas para reclamar os trechos entre as cidades. Elas são de cores diferentes (e nada tem a ver com a cor do jogador em si).

No seu turno os jogadores tem 3 opções:

a) Comprar cartas de vagão: é a forma de poder ter recursos para completar novas rotas. O jogo sempre mantém 5 cartas abertas de onde o jogador pode escolher comprar 2 cartas normais ou uma locomotiva. As cartas abertas devem ser compradas uma a uma, aguardando a reposição. Ele também pode comprar 2 cartas fechadas (e sorte dele se vierem locomotivas), ou mesclar uma fechada e uma aberta, na ordem da sua preferência.

b) Reclamar rotas: para isso o jogador descarta as cartas da quantidade e cor correspondentes e coloca seus vagões marcando a sua rota e ganha os pontos que o trecho confere (baseado em seu tamanho). O JOGADOR NÃO PRECISA AVISAR QUE COMPLETOU UM TÍQUETE.

c) Comprar novos Tíquetes: Seja porque já completou seus tíquetes, seja porque precisa de mais opções, o jogador pode pegar 3 cartas de tíquetes no baralho correspondente, podendo devolver até 2 delas. Lembrando que todo tíquete não atendido representa pontos negativos ao final do jogo.

Pontuação

Em Ticket to Ride há apenas 3 formas de pontuar, uma delas durante o jogo e duas ao final da partida.

Durante o jogo, sempre que se reclama um trecho entre duas cidades, ganha-se a pontuação daquele trecho, que varia em função do seu tamanho (veja a tabela abaixo):

Ticket To Ride | Scoring Table Summary Card | Extra/Replacement Game Piece

Ao final da partida verificam-se todos os tíquetes dos jogadores. Aqueles que estiverem completos viram pontos positivos e aqueles que não estiverem completos, pontos negativos.

Por fim, verifica-se aquele que tem o maior caminho contínuo de trens de sua cor no mapa. Este ganhará 10 pontos (se houver empate, ambos ganham os pontos).

E quem tiver mais pontos é o vencedor. Se houver empate, verifique quem tem mais tíquetes completos. Se persistir, verifique quem fez o percurso mais longo.

Porque é tão bom?

A beleza de TTR está em entregar ao mesmo tempo um jogo que é simples e estratégico. As regras podem ser explicadas em 10 minutos e ao mesmo tempo ele se mantêm interessante o suficiente para que mesmo jogadores experientes se divirtam com a partida.

O jogo tem apenas duas mecânicas: set collection e construção de rotas. Você precisa comprar as cartas para poder reclamar as rotas. Você quer garantir os trechos que precisa, mas também não quer deixar muito claras as suas intenções para evitar que os adversários peguem os trechos que você precisa.

O jogo tem um bom balanceamento para as várias configurações de quantidade de jogadores. Em dois ou três, a rotas duplas são fechadas, o que aperta o mapa de uma forma muito simples, sem precisar de marcadores adicionais. O setup do jogo é muito rápido. A única coisa que incomoda um pouco é ficar repondo cartas no mercado, principalmente quando elas começam a vir com muitas repetidas.

A construção do mapa é um primor. As cores foram muito bem distribuídas, sendo difícil descobrir para onde cada jogador quer ir apenas olhando o que ele está comprando. Além disso, o equilíbrio entre rotas de cor fixa e de cor neutra (isso é, onde você pode usar qualquer cor) deixa essa leitura mais turva.

Como o jogo não obriga o jogador a seguir nenhum tipo de ordem específica, cabe a este saber o momento de comprar e de reclamar cada trecho sem telegrafar demais suas intenções. Ao mesmo tempo é importante garantir os trechos que evitam uma rota muito mais custosa ou que sem eles fica impossível completar um dos tíquetes.

A compra das cartas tem muita malícia. O jogo permite que você compre de um em um, sendo reposto o que foi comprado. Isso é bom, mas é arriscado, porque se abrirem 3 locomotivas, o mercado é reposto imediatamente (e se você estava contando com uma carta que estava ali, já era). Comprar a vista é certo, mas os adversários estão vendo que você comprou. Comprar do baralho não dá dicas e ainda tem a chance de vir uma locomotiva.

Comprar tíquetes novos também é uma questão de timing. No final do jogo muitas vezes você consegue comprar rotas prontas, ganhando pontos valiosos. Mas tem um risco, pode vir só rota ruim e você perder pontos.

São essas pequenas decisões que fazem TTR ser, ao mesmo tempo, um jogo simples, que até crianças conseguem jogar bem e estratégico, pois ele deixa as decisões possíveis a seu critério. Enquanto você não completa uma rota, você sempre está na dúvida se irá ou não conseguir e isso é muito legal.

Estratégia

Existe muito material sobre Ticket to Ride no BGG. Aqui eu vou só levantar alguns pontos principais para ajudar quem nunca pensou no assunto.

A primeira coisa a avaliar é o mapa e as pontuações. As rotas maiores dão muito mais pontos do que as rotas menores. Uma rota de 6 vale quase o dobro do que duas rotas de 3. Dê preferência a rotas longas.

Na escolha inicial, sempre escolha uma rota leste-oeste longa, se puder. Isso ajuda na disputa dos dez pontos pela maior rota e ter uma espinha dorsal cortando o país ajuda a completar rotas verticais.

De maneira geral, você quer primeiro acumular tickets e depois começar a reclamar rotas, porém é importante prestar atenção nos pontos de estrangulamento (choke points), aqueles onde você não tem alternativa boa para chegar numa determinada cidade se aquele caminho for bloqueado. No mapa original alguns exemplos são Portland-Seattle e Nashville-Atlanta. Se você precisa desses trechos, é bom garanti-los o mais rápido possível.

Em algum momento do meio jogo você provavelmente completará suas rotas iniciais e aí vem normalmente um problema para a maioria dos jogadores: o que fazer? Bem, você precisa comprar mais tíquetes. Escolha-os com cuidado. Com sorte, virá um ticket “pronto” (isso é, um que você já cumpriu). Poucas alegrias no board game são melhores do que essa.

Nem sempre isso acontece. Tente escolher tíquetes que aumentam a sua rota principal. Verifique se você tem trens suficientes para terminá-la e se não tem alguém que esteja para terminar o jogo. Na pior hipótese, pegue o ticket de menor pontuação.

A menos que você esteja jogando em 2, não costuma fazer muito sentido bloquear de propósito os adversários. No fim do jogo, se estiver muito óbvio o que alguém está fazendo e você não tiver forma melhor de pontuar, beleza. A maior parte dos bloqueios nesse jogo acontecem naturalmente, porque todos estão indo mais ou menos para as mesmas cidades.

Legado

O legado de Ticket to Ride é vasto, pois o jogo gerou uma verdadeira família de produtos. Existem basicamente três séries, as que usam mapas de países e/ou continentes, a que se chama “Primeira viagem”, com peças maiores, voltada para o público infantil e as que usam mapas de cidades (essas sendo jogos de duração menor, voltados para crianças um pouco maiores e iniciantes).

É dificil fechar a conta, porque existem versões que só saíram em alguns países, mas olhando pela Wikipedia e pelo Boardgame Geek, os títulos da série principal são: Ticket to Ride (2004), Ticket to Ride Europe (2005), Ticket to Ride Marklin (2006), Ticket to Ride Rails and Sails (2006), Ticket to Ride Nordic Countries (2007), Ticket to Ride Switzterland (2007), Ticket to Ride Germany (2017).

Na série Primeira Viagem temos: América, Europa (ambas em 2017) e Trem Fantasma (2022).

Da série das cidades temos Nova Iorque (2018), Londres (2019), Amsterdã (2020), São Francisco (2022), Berlim (2023), Paris (2024).

Além disso, temos as coleções de mapas, várias edições de aniversário e o Legacy, do qual falarei um pouco mais abaixo.

O Jogo Legacy, chamado Ticket do Ride: Lendas do Oeste (2023) é uma experiência para se jogar em 12 partidas repetindo a saga da conquista do oeste pelos norte americanos. O jogo começa apenas com uma mapa das 13 colônias originais e aos poucos vai se expandindo, incluindo a cada partida novas mecânicas e com um fio temático que conduz a história.

Eu joguei o Lendas do Oeste na Covil Con de 2024 com 4 amigos. Fizemos a loucura de jogar as 12 partidas em 3 dias e meio (um dos colegas teria que ir embora no domingo de manhã, o que nos fez ter que passar o sábado inteiro jogando Ticket to Ride).

Eu gostei do jogo, mas não recomendo jogar nesse ritmo em hipótese nenhuma. Eu costumo jogar TTR direito, mas nesses dias eu estava muito infeliz, dava muito azar e pelo menos umas duas vezes fiquei em penúltimo empatado (o que é horrível nesse jogo, pois o último ganha uma vantagem para a próxima partida).

Eu comprei uma segunda caixa para jogar uma nova campanha de uma maneira mais civilizada, mas ainda não consegui formar um grupo para tanto.

Ticket to Ride® no Steam

No mundo digital, além de estar no BGA, existem apps para praticamente toda e qualquer plataforma de jogos existente. Na Steam, existem 2 aplicativos. O que foi lançado em 2012 foi descontinuado (funcionando apenas off-line para o que o possui) e a versão nova foi lançadas em 2023.

Eu era um grande fã da versão original, tinha praticamente todos os mapas e fiquei muito chateado em perder o suporte, mas esse é o mundo que a gente vive. Assim que teve uma promoção, comprei a versão nova, que tem novidades, mas não é tão completa quanto a anterior. Ainda assim, eu a recomendo.

Conclusão

Eu ainda gosto muito do TTR original e diria que ainda é o meu favorito. Os outros mapas, incluindo o da Europa, eu jogo apenas para variar. Acho ele quase perfeito em sua proposta.

Digo quase porque ele é de fato um pouco longo quando jogado na mesa e com 5 pessoas. Nada que incomode jogadores experientes (o difícil é imaginar 5 jogadores experientes começarem uma partida física de TTR se tiverem outras opções), mas para novatos o jogo pode cansar um pouco. Com crianças menores eu recomendo a série mais nova, de caixa pequena.

Dito isso, é um jogo fantástico, continuará a ser vendido e muito jogado em todas plataformas possíveis e imagináveis.

As pessoas falam mal da Coca-Cola, do Mc Donalds e eles continuam aí porque atendem uma demanda específica de uma forma muito clara. É isso o que Ticket to Ride faz.

Não é melhor jogo do mundo, mas o que ele faz, ele faz muito bem feito e, se você quiser ter alguma chance de mostar a novatos como é legal jogar, o Ticket to Ride pode ajudar muito nisso.

Nota 10/10

“Faça um comentário legal e ganhe um jogo!” – Resultado

Fiquei bastante satisfeito com os comentários gerados por esse artigo. Tivemos várias reflexões interessantes sobre como jogos com menos regras tem uma cena competitiva mais forte do que jogos mais complexos, vários relatos de partidas equilibradas e outras nem tanto.

Foi dificil escolher, mas eu vou doar o meu Oak para o leitor Amoy Oliveira Ferraz, tambem conhecido no Covil como “Peripato”. Eu vou entrar em contato com ele para pegar o endereço e enviar o jogo (torcendo para que chegue antes do Natal).

Com isso, o Amoy ficará inelegível para novas doações aqui no Blog até o fim de novembro de 2026, mas isso não quer dizer que ele não possa participar das conversas!

“É Natal! Mande uma cartinha para o Papai Noel!”

É Natal e eu gostei da brincadeira de doar alguns jogos. Dessa vez, serão três jogos, a saber:

1) Tiny Towns (2019), um euro leve de colocação de peças que é bem maneiro e rápido de jogar. Está saindo da coleção porque esse tipo de jogo, depois que entra no BGA, eu acabo preferindo jogar por lá.

 

2) Forest Shuffle (2023), jogo de tableaux com motor de pontos. Eu joguei na Covil Con e e achei legal na hora, mas depois me dei conta que é um tipo de jogo que não gosto muito, com muito texto nas cartas, é dificil ver em detalhe o que os adversários estão fazendo, você acaba tendo que fazer muita conta. O jogo tem notas ótimas, a maioria gosta, por isso acho que ele será mais feliz em outras paragens. Lembrando que ESSA CÓPIA É EM INGLÊS.

3) Rome and Roll (2020), roll & write do David Turczi relativamente complexo, que comprei num financiamento coletivo e me arrependi, achei complicado demais. Desses jogos de escrever, eu prefiro coisas mais diretas. Nunca foi jogado. Lembrando que ESSA CÓPIA É EM INGLÊS.

Será da seguinte forma: quem quiser participar escreva um comentário no formato de uma carta para o Papai Noel, diga o jogo que você quer e porque você o merece. O que você fez de bom para o hobby esse ano? Foi paciente com os novatos? Ensinou as regras dando dicas decentes? Teve espírito esportivo nas derrotas e humildade nas vitórias?

Seja criativo, espirituoso, engraçado. Pode até ser ácido, só não vale ser ofensivo, seja comigo ou qualquer ente do hobby (pessoas físicas ou jurídicas).

Dessa vez só vou considerar comentários feitos no BLOG. Quem ler na Ludopedia, se quiser competir, clique no link e escreva sua cartinha!

Escolherei uma carta para cada jogo. Cada pessoa só pode enviar uma carta (dica, verifique o jogo que está menos pedido, isso pode ajudar). Lembrando que os jogos são únicos, do meu acervo pessoal e vão no estado em que se encontram (todos são praticamente novos).

Feliz Natal para Todos e que todos os seus desejos sejam satisfeitos em 2026!

PS.: A foto inicial que tinha utilizado sumiu da internet e por isso acabei trocando por essa com o trem turístico de Tiradentes. Acho que ela mantém o suporte visual da imagem que queria passar.

Tags: AsmodeeBoard gamesJogos de Tabuleiro
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Eduardo Vieira é analista de sistemas, e participa do Hobby desde 2018, mas vem tentando descontar o tempo perdido! É casado, mora no Rio de Janeiro e vive reclamando que não tem parceiros para jogar tudo que compra!

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Comentários 20

  1. Rodrigo Silva Stival says:
    5 meses atrás

    Querido Dudu Noel,

    Aqui quem escreve é seu amigo leitor de manuais e explicador de regras do grupo, passando para compartilhar como foi meu ano no mundo dos board games e, quem sabe, justificar um presentinho especial.

    Este ano dediquei bastante energia para fortalecer o hobby que tanto amo. Fui à BGGCon (Board Game Goiânia Conference, só pra deixar claro), vi gente do hobby como o Romir e o Augusto Raugust e, além de aproveitar tudo que o evento oferece, fiz questão de levar outras pessoas comigo — algumas até tiveram seu primeiro grande contato com a cena lá. Aqui em Goiânia a gente não tem muito acesso e só agora estão aparecendo algumas luderias, então o evento foi fundamental.

    Também abri as portas da minha casa mais de 10 vezes para encontros de jogos, reunindo quase 20 jogadores diferentes ao longo do ano.
    A média ainda está abaixo de 1 vez por mês, mas é o que o trabalho permite. Cada partida rendeu risadas, descobertas e novas pessoas se apaixonando pelo hobby. Qualidade é melhor que quantidade, foi uma alegria enorme ver a mesa sempre cheia.

    Minha coleção também cresceu de forma saudável: de 25 para 40 jogos. Não por impulso, mas porque cada novo título foi escolhido com carinho para oferecer experiências variadas e acolher jogadores novos e experientes. Acho que isso mostra o quanto tenho tentado cultivar a comunidade ao meu redor.

    E é por isso que, neste Natal, gostaria de pedir o Forest Shuffle. É um jogo que combina acessibilidade, tema agradável e profundidade na medida certa — perfeito para levar à mesa com diferentes grupos, inclusive aqueles que estão entrando no hobby agora. Ele vai ocupar um espaço importante na coleção, tanto pela jogabilidade quanto pelas novas oportunidades de apresentar jogos a mais pessoas.

    Já Rome & Roll e Tiny Towns, por mais interessantes que sejam, não são exatamente o que procuro no momento. O primeiro não encaixa tão bem no estilo de jogos que tenho priorizado este ano, e o segundo daria uma “repetida” na minha coleção, que já tem Calico e Harmonies. Não seriam tão aproveitados nas rodas que organizo — e Dudu Noel sabe que jogo parado na prateleira fica triste.

    Enfim, acho que fui um bom divulgador do hobby em 2025 e, apesar da concorrência enorme e de todos os meus amiguinhos do blog também merecerem, o Forest Shuffle encontrará um lar muito feliz aqui e será cuidado com a mesma dedicação que você cuida do Brass. Obrigado pela atenção e pelo carinho de sempre.

    Feliz Natal com alegria,
    Rodrigo.

    Responder
    • Avatar photo Eduardo Vieira says:
      5 meses atrás

      Rodrigo,

      Muito bom! Obrigado por topado a brincadeira!

      Está com chance, mas tem que esperar os outros!

      Sds,

      Eduardo

      Responder
    • Avatar photo Eduardo Vieira says:
      5 meses atrás

      Poxa, eu não gostei muito Harmonies. Disseram que era o “novo azul”, mas está bem longe disso. O Calico eu acho quase claustrofóbico, dessa série eu acho o Cascadia muito solto, o Calico muito preso e o que funciona melhor para mim é o Verdant.

      Tiny Towns é um ótimo jogo. Jogando com a opção de cada um pedir a cor na sua vez fica bem interessante. O puzzle de otimizar o tabuleiro usando os espaços como estoque já prevendo onde vai colocar a construção é bem maneiro.

      Sds,

      Eduardo

      Responder
      • Rodrigo Silva Stival says:
        5 meses atrás

        Calico foi o segundo jogo da minha coleção então tenho uma memória afetiva, e pra quem tem gatos em casa (tenho 3) é impossível não se apaixonar pelos gatinhos do jogo. Harmonies comprei na BGGCon que comentei, meu grupo adora um puzzle então esse não podia faltar (fiquei entre ele e Ubongo, só pra vc ter uma noção de como o povo gosta).
        Obrigado pela dica do Tiny Towns, você fala tão bem dele que vou realmente procurar mais sobre.

        Por fim, não posso deixar de agradecê-lo pelo post elegante do TTR. É o jogo que tenho mais partidas tanto no BGA quanto presencial. Não é o mais caro, não é o mais bonito, não tem as mecânicas mais complexas mas é o nº 1 do meu coração (até chegar o Forest Shuffle kkkkkk).

        Bom final de semana. Forte abraço!

        Responder
        • Eduardo Vieira says:
          5 meses atrás

          Já fez os cenários solo do Cálico? Eles são bem difíceis!

          Sds,

          Eduardo

          Responder
  2. André Luiz Carvalho de Almeida says:
    5 meses atrás

    Querido Papai Noel,

    Venho, por meio desta, manifestar minha mais sincera indignação natalina com Vossa Senhoria. Passados exatos doze meses da minha respeitável carta de 2024, retorno hoje não para pedir, mas para prestar contas — porque responsabilidade emocional também faz parte do espírito natalino.

    No ano passado, pedi apenas disciplina para aumentar minha coleção de jogos de tabuleiro. E devo reconhecer: ponto pra você. Fui exemplar. Fiz filtros dignos de auditoria, controle financeiro digno do Banco Central e adquiri apenas jogos que eu realmente sonhava. Uma verdadeira aula de autocontrole. Até aqui, gratidão.

    O problema começou quando o senhor resolveu ser eficiente demais… e passou a atender os pedidos dos meus amigos de mesa.

    Um queria casar. Casou.
    Outro queria viajar mais. Vive no aeroporto.
    Outro queria trabalhar mais. Virou patrimônio da empresa.
    O último queria estudar para concursos. Sumiu do mapa social.

    Resultado prático desses sonhos realizados? Nunca mais tive mesa pra jogar.
    Ou estavam namorando demais, viajando demais, trabalhando demais ou estudando demais. Um verdadeiro apocalipse lúdico.

    E eu? O que faço com meus jogos novos, Papai Noel? Uso como decoração temática? Faço carinho nas caixas?

    Pois bem. Aprendi. Aprendi a ser um jogador solo.
    Descobri que jogar sozinho é divertido, sim… mas também descobri que boa parte da minha coleção simplesmente não joga solo. Isso não me abateu. Persisti heroicamente jogando os poucos títulos compatíveis com a configuração mais triste de todas: eu versus eu mesmo.

    Ensinei as regras para mim mesmo, como um professor aplicado.
    Expliquei tudo com calma.
    Depois, assumi o papel do bot.

    Ensinei tão bem ao “bot” que, na maioria das vezes, ele me deu surras humilhantes. Fiquei orgulhoso e levemente traumatizado. Criei um adversário tão competente que comecei a desconfiar da minha própria inteligência. Se isso não é dedicação ao hobby, não sei o que é.

    E como fui um menino exemplar — apesar de claramente ser um marmanjo —, ao final da jogatina solo era EU, sozinho, quem arrumava tudo de volta na caixa. O “bot”? Nenhuma ajuda. Ele provavelmente me olhava com desprezo silencioso e pensava:
    “Perdeu… e ainda vai ter que organizar tudo, campeão.”

    Como fui bom, Noel. Muito bom.

    Diante disso, este ano peço apenas um jogo compatível com a minha realidade emocional e social:
    Robinson Crusoe: Aventuras na Ilha.

    Se é pra ficar sozinho, que seja com narrativa, sofrimento temático e estilo. Vou montar minha ilha, conversar com cocos, enfrentar tempestades e sobreviver ao acaso — porque pelo menos lá ninguém cancela a jogatina dizendo que tem casamento, concurso, trabalho ou viagem marcada.

    Prometo cuidar dele como cuidei da minha coleção e, quem sabe, usar essa experiência para sobreviver ao deserto social que meus amigos deixaram.

    Com gratidão, ironia e esperança insular,

    André Almeida

    Responder
  3. Avatar photo Eduardo Vieira says:
    5 meses atrás

    André,

    A sua carta está muito maneira, mas o Papai Noel que sai aqui do Rio é meio limitado, você tem que escolher um entre os 3 jogos que ofereci para ter chance de ganhar!

    Eu não consigo jogar solo, eu não sou metódico, erro muita manutenção e acabo roubando muito (contra e a favor).

    Para jogar sozinho, prefiro o computador.

    Sds,

    Eduardo

    Responder
    • André Luiz Almeida says:
      5 meses atrás

      Dentre os jogos desse papai Noel, optaria por Tiny towns. Joga solo, trazendo congruência com minha carta, e é um jogo que tem longevidade, ele esperaria cada fase dos amigos meus.
      Sim, há esperança que eles percebam que a verdadeira felicidade está diante de um tabuleiro, o resto é apenas distração. Kkkkkk

      Um abraço, agradeço o feedback. 😃

      Responder
  4. Leandro says:
    5 meses atrás

    Querido Papai Noel,
    Este ano eu venho aqui com um pedido simples, mas cheio de significado. Entre tantas coisas que fazem parte da minha vida, os jogos de tabuleiro ocupam um lugar especial. Eles não são apenas jogos para mim: são momentos de pausa, de encontro, de conversa e de conexão.
    Descobri (ou redescobri) nos jogos modernos um jeito de desacelerar o mundo, reunir pessoas em volta da mesa e criar pequenas histórias a cada partida. Cada caixa aberta é uma promessa de risadas, estratégia, surpresa e, muitas vezes, silêncio concentrado — aquele silêncio bom de quem está completamente presente.
    O Tiny Towns me encanta justamente por isso. Pela delicadeza, pela criatividade, pela ideia de construir algo pequeno, mas cheio de significado. Um jogo que fala de planejamento, de escolhas e de transformar pouco espaço em algo especial — um pouco como a vida, não é?
    Se esse presente chegar até mim, prometo cuidar bem dele, colocá-lo muitas vezes na mesa e compartilhar cada partida com amigos, transformando peças de madeira e cartas em memórias reais.
    Com carinho e amor pelos jogos,
    Leandro P.

    Responder
  5. Mariana says:
    5 meses atrás

    Querido Papai Noel,

    Espero que esta carta chegue a tempo até você. Venho humildemente – e com um certo desespero natalino – apresentar minhas condições para ganhar o maravilhoso jogo Tiny Towns.

    Sou mãe de dois pré-adolescentes raros da era moderna, pois eles não possuem videogame, celular ou tablet. Isso mesmo Papai Noel: restrição rigorosa de telas por aqui!

    Porém, quando cumprem suas tarefas com êxito (mesmo que resmungando), a recompensa é: Jogos de tabuleiro em família!!!

    Sendo assim, penso que Tiny Towns será um jogo perfeito para nós. Lendo as regras, percebi que ele estimula o planejamento, raciocínio lógico e organização espacial. Ensina que o espaço é limitado – assim como a paciência da mãe. Todos jogam juntos, porém cada um com suas próprias construções.

    Este jogo irá me ajudar a reforçar junto às crianças os conceitos de responsabilidades e tomada de decisões .

    Prometo que Tony Towns será bem cuidado, mesmo que jogado inúmeras vezes. Em troca, garantimos biscoito, leite e uma família longe de telas hipnotizantes.

    Acreditamos na sua magia e no poder dos jogos de tabuleiro.

    Com carinho,
    Mariana

    Responder
  6. Davi Azevedo says:
    5 meses atrás

    Querido Dudu Noel!!

    Chamo-me Davi, sou um rapaz que recém chegou ao hobby — com poucos jogos, mas com uma grande diversão com eles –, e me apaixonei pela forma simples que os jogos de tabuleiro unem as pessoas, tiram risadas, e fortalecem os laços. Por ele conheci muitas pessoas maravilhosas, e até trouxe novas pessoas para o hobby (meus amigos da igreja). Anseio por saber mais desse belo universo.

    E é com isso, Dudu Noel, que venho pedir, com humildade o “Rome and Roll (2020), roll & write”. Eu me comportei nesse ano, não extrapolei nos gatos com jogos de tabuleiro, ensinei meus amigos os jogos que tenho (com toda paciência), e principalmente, não roubei em nenhum jogo. Sempre prefiro perder pra tornar a experiência mais divertida para os outros, pois jogos de tabuleiro não servem para aumentar o ego da gente, mas para divertir e tirar um pouco as pessoas das telinhas. É voltar ao analógico, pessoas mais unidas e mais interações entre os amigos. Rome and Roll irá me ajudar nisso, é um jogo que tenho interesse de aprender e ter e ficaria extremamente feliz de receber esse presente.

    Desde já agradeço, Dudu Noel!! Que Deus abençoe os elfos que estão preparando os presentes e que muitas pessoas sejam abençoadas. Feliz Natal, que o 20 venha muitas vezes!!!

    Responder
    • Avatar photo Eduardo Vieira says:
      5 meses atrás

      Opa

      Responder
  7. Avatar photo Eduardo Vieira says:
    5 meses atrás

    Davi,

    Muito bom, agora estou tranquilo, tenho candidatos para os 3 jogos!

    Pessoal, vou aceitar cartas até o dia 23 de Dezembro, ok??

    Aí vou fechar a conta e escolher os vencedores!

    Sds,

    Eduardo

    Responder
    • Davi Azevedo says:
      5 meses atrás

      O jogo pareceu me agradar e eu não tenho nenhum de desenho. No aguardo do término!!!
      Jogos de tabuleiro foi um grande achado, um hobby incrível e que graças a Deus, minha namorada também gosta muito, porque com ela me acompanhando fica 1000 vezes mais divertido

      Responder
  8. João Luiz Villas Boas Lemes says:
    5 meses atrás

    Clac-clac, clac-clac, clac-clac, tchuu-tchuu!!

    Já joguei Ticket to Ride com meus sobrinhos de 9 e 11 anos, já joguei com primos não gamers, com os mais heavy gamers do meu grupo, com a minha mãe (ela arrasou) e até com um tio (69 anos) que quando vem na minha casa, me pede pra ir num Distrito próximo sentar na praça, comer coxinha e ficar vendo o trem passar (Distrito de Buona de Andrada em Araraquara). Ele ama trem! Incrível como ele ama trem! Se deixar, ele passa horas esperando o trem passar! É bonito!

    Imagina ele jogando TTR! Jogando, entendendo, comprando cartas, baixando cartas e colocando os trens!

    Sempre falo que com certeza um clássico é um clássico! Mas aqui em casa TTR é uma lenda! Amo! Sinto saudades quando passo tempo sem jogar e quando jogo fico querendo jogar boardgame todo dia! Acordo no dia seguinte com aquela sensação que preciso me organizar pra jogar mais! Hahaha

    Quase me esqueci, TTR é o único jogo que minha esposa jogou mais que eu! Na Pandemia ela levava todos os dias pro trabalho! Jogavam 1, 2, 3 partidas por dia! Eu morria de inveja!

    Abraço e parabéns pelo texto!

    Responder
    • Eduardo Vieira says:
      5 meses atrás

      João,

      Obrigado pelo feedback!

      Três partidas de TTR no mesmo dia? Pessoal não é fraco não!

      Sds,

      Eduardo

      Responder
      • João Luiz Villas Boas Lemes says:
        5 meses atrás

        Pois é! Eu fica de admirado! Enfim, surraram o jogo! Já estamos na segunda cópia!

        Responder
  9. Rebecca Santana says:
    5 meses atrás

    Querido Dudu Noel 🎅🏻,

    Olá!!! O meu nome é Rebecca e sou encantada por jogos de tabuleiro! Meu primeiro contato com os jogos (tirando Uno, Gamão, Cara a cara e outros bem conhecidos) foi em 2022, por meio de um amigo, e desde então o fascínio só aumentou! 😸

    Atualmente, jogo tanto pelo Balaio de Jogos de João Pessoa, como no Board Games Arena. Esse ano eu fui muito boazinha. Eu mandei “gg” no chat do Azul mesmo quando perdia (custou-me o orgulho e a frustração por, muitas vezes, ter perdido como uma boba! 🥺😞), eu defendi a nação brasileira perante a ofensa de um gringo 🇧🇷, fui gentil com os coleguinhas (mesmo quando não mereciam e guardavam todos os conjuntos e as sequências do Rummy 500 pro final só pra me complicar) e não abandonei partidas mesmo quando estava perdendo.

    Diante disso, Dudu Noel, com muita matutice e humildade, venho aqui, por meio desta telecartinha, vos pedir um Forest Shuffe de presente 🎁 de Natal. Eu amo esse jogo, conheço-o pelo BGA, mas lá é Premium e eu não tenho como jogá-lo com meus queridos colegas do balaio e com a família. Eu sei, Dudu Noel, que sua oficina já está muito atarefada e que eu moro muito, muito distante do Polo Norte, mas peço que considere essa cartinha de uma criança (no meu coração, ainda sou) apaixonada pelos bichos da floresta desse jogo.

    Caso não caiba no seu trenó, ou caso as queridas renas sem querer dêem o coice da partida justo no meu presente, eu compreenderei e não perderei a esperança na magia 🪄 do Natal 🌌🌟.

    Que a Sagrada Família de Nazaré esteja sempre convosco pra lhe amparar, seja quando precisar de uma bengala 🏑 por causa da idade, seja pelas dificuldades da vida — que pro senhor só devem aparecer em dezembro. Desejo que o Menino Jesus faça uma aconchegante morada na manjedoura do seu coração ❤️. Um feliz Natal, Dudu Noel!!!

    Um teleabraço pro senhor,

    Rebecca Santana

    Responder
  10. Rafael Paz says:
    5 meses atrás

    Querido Dudu Noel,
    Este ano eu me comportei de forma exemplar no hobby. Quase não comprei jogo novo (só ganhei 2 de presente e comprei 3 na Black Friday, mas não conta né, rsrs).

    Apresentei o hobby para várias pessoas novas e zerei a estante da vergonha. Além disso, dei jogos de presente em alguns aniversários.

    As estatísticas do ludohall não me deixam mentir: 294 partidas e 121 vitórias apenas (40%), ou seja, valorizei mais as amizades do que a competitividade (kkkkkk).

    Neste Natal eu queria ganhar um “Rome & Roll” , pois tenho dois jogos do mesmo designer que gosto muito (Anachrony e Imperium Clássicos) e ele não é um designer genérico, tem uma personalidade e impressão digital única. Eu nunca tinha ouvido falar nesse jogo, mas no momento tenho curtido uns jogos solo pequenos, e como esse é em inglês, seria ideal mesmo para jogar solo.

    Parabéns pelo texto e boas festas!!

    Responder
  11. Avatar photo Eduardo Vieira says:
    4 meses atrás

    Pessoal,

    Depois de ler todas as cartinhas cheguei a conclusão que todos que entraram na brincadeira entenderam o espírito e fizeram cartinhas muito legais, onde deu para conhecer um pouco mais de vocês e o que pensam.

    Não me senti capaz de escolher uma carta e, para piorar, como eu conheço pessoalmente uma das pessoas, fiquei com medo disso influenciar meu julgamento de alguma forma.

    Por isso, decidi sortear.

    Nos dois casos que tinham 2 candidatos sorteei um número de 1 a 500 (um ganhando com par e outro com ímpar). No caso que tinham 3 candidatos eu separei por bandas e sorteei de 1 a 450.

    Deixando claro o método, usei o gerador de número aleatório do Google (https://www.google.com/search?client=firefox-b-d&q=random+number+generator).

    Depois de testar algumas vezes, quando eu decidi rolar valendo eu fechei os olhos e apertei o botão. O que saiu é o que valeu.

    Seguem os resultados:

    Rome & Roll: Rafael Paz (PAR), Davi Azevedo (ÍMPAR)

    Resultado (1 a 500) 258 —> Rafael Paz

    Forrest Shuffle: Rebecca Santana (PAR), Rodrigo Silva (ÍMPAR)

    Resultado (1 a 500) 65 —> Rodrigo Santana

    Tiny Towns: Mariana (1 a 150), Leandro (151 a 300), André Luiz (301 a 450)

    Resultado —> (1 a 450) —> 62 (Mariana)

    Vou entrar em contato pelo email de vocês (fica registrado aqui no site quando vocês mandam a mensagem) para combinarmos o envio. É provável que envie depois do Ano Novo, dada a confusão desses dias de festas.

    Mariana, Rafael e Rodrigo estão hors concurs para outras doações por um ano. Aos demais, obrigado mesmo pela participação.

    Feliz Natal um Excelente 2026 para todos!

    Eduardo

    Responder

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COMENTÁRIOS

  • Rogério Fogari em Porque seu jogo novo vai pro fundo da estante depois de três partidas? 
  • Daniel Mesquita em Porque seu jogo novo vai pro fundo da estante depois de três partidas? 
  • Eduardo Vieira em Porque seu jogo novo vai pro fundo da estante depois de três partidas? 
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  • Diego em Porque seu jogo novo vai pro fundo da estante depois de três partidas? 
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