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Do Oiapoque ao Covil

Covil dos Jogos por Covil dos Jogos
6 anos atrás
em Blog Nórdico, Fala Covileiro!
Reading Time: 4 mins read
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Do Oiapoque ao Covil
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Eu adorava jogos de tabuleiro na infância. Dos 11 aos 15 anos, era o que eu pedia de presente. Tive praticamente todos os jogos da Grow, na época: War 2, Jogo do Poder, Status, Cartel, Eleições, Scotland Yard, Waterloo, Supremacia. Entre muitos outros!

Depois de um tempo, e isso para mim ficou marcado com o Master e Imagem e Ação, os jogos lançados no Brasil deram para atividades mais sociais e eu me desinteressei. É verdade que os videogames e principalmente o computador (Civilization II “just… one… more… turn”, alguém lembra disso?) foram um grande fator para isso.

Há uns dois anos, um colega de minha esposa, que é designer, nos convida para ir a uma loja (a Game of Boards, GOB, para quem mora no Rio), numa estranha galeria no Catete, para testar um jogo que ele estava desenhando. Eu não o conhecia pessoalmente, a Cecília me explicou que fazia sob encomenda etc. Achei maneiro, me ofereci para comprar, inclusive, mas não achei que seria nada demais.

É bom dizer que, nesse meio tempo, (25 anos), eu vi um jogo ou outro novo nas Lojas Americanas. Dei de presente o Sheriff of Nottingham para o meu afilhado. Eu já conhecia o Ticket to Ride, pela caixa e pelo aplicativo do Steam, mas não passava pela minha cabeça que existia um mercado desenvolvido, com jogos bem produzidos em português, sendo lançados por aqui.

Quando eu entro na GOB e vejo aquela prateleira cheia, não vou mentir, fiquei mais feliz do que criança quando encontra os presentes do Papai Noel. Joguei o tal do protótipo (acho que até hoje não saiu, tematicamente era muito parecido com o Rock & Roll Manager, isso provavelmente atrapalhou), peguei um Lorenzo Il Magnífico e daí foi ladeira abaixo. Minha mulher brinca que criou um monstro. Eu digo que o monstro só estava dormindo!

Prateleiras de jogos da GOB – Foto do Facebook da loja

A partir de então, comecei a buscar tudo o que podia sobre o hobby, e logo conheci o Covil. Uns mineirinhos malucos de Divinópolis que gravavam em um aparente improviso, mas gerando gameplays ágeis, sem AP, o que demonstra um baita conhecimento sobre os jogos que estão sendo apresentados.

Aos poucos vi que não era só isso. É como se o Paulo fosse o “Cake Boss” do Board Game. A mesa de jogo é para o Paulo o que a confeitaria é para o Buddy. Ali acompanhamos não só os gameplays e os causos sobre os jogos, mas a impressão de que não só conhecemos como também fazemos parte daquela família.

E não é à toa que a “família covil” só aumenta. Além das participações especiais de outros criadores de conteúdo, temos o Renato, o “bobão engraçado”, que agora se tornou praticamente um membro fixo, juntando-se à Karine, Rafaela, Jean, Pikachu, Fabs e diversas “vozes do além” que já deram seu ar da graça!

Covil dos Jogos – Caricatura por Daniel Costa de Souza

Se teve algo ao qual a Pandemia fez bem (além do Ifood), foi ao Covil. Na falta dos gameplays reais, primeiro investiu-se no online e, meio que por acaso, descobriu-se o poder de agregação dos torneios pelo BGA, que trouxeram a comunidade ainda mais para perto e valorizou o status de “apoiador oficial”

Eu já tinha falado com o Paulo sobre fazer algo de mídia escrita no passado. Quando ele lançou o projeto, ofereci novamente meus esforços. E por isso estou aqui escrevendo essa crônica.

Não sei ainda como será o formato, nem a frequência. Além desse texto, estou preparando um review do Azul Pavilhão de Verão, que está sendo lançado pela Galápagos (um amigo trouxe para mim de Essen). Depois disso, vai depender do que o Paulo decidir e do retorno de vocês!

Rio e São Paulo podem ser os principais centros do Hobby no Brasil, mas seu coração mora em Divinópolis, perto do Bar do Torresmo!

Longa vida ao Covil!

Eduardo Vieira é analista de sistemas, e participa do Hobby desde de 2018, mas vem tentando descontar o tempo perdido! É casado, mora no Rio de Janeiro e vive reclamando que não tem parceiros para jogar tudo que compra!

Tags: CrônicaGOBJogos de Tabuleiro
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Comentários 2

  1. Felipe Rodrigues says:
    6 anos atrás

    Linda coleção e história bem nostálgica, meu amigo! Moro no Rio de Janeiro também e mal posso esperar para a situação melhorar pra podermos nos encontrar na GOB ou na Red Jogos. Um abraço.

    Responder
  2. Carlos Zoppi says:
    6 anos atrás

    Muito bacana o relato Eduardo. O jeito divertido e prático que o Covil tem de apresentar os jogos os torna únicos e me fez querer saber cada vez mais sobre o hobby que é algo novo para mim. Um abraço.

    Responder

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  • Rogério Fogari em Porque seu jogo novo vai pro fundo da estante depois de três partidas? 
  • Daniel Mesquita em Porque seu jogo novo vai pro fundo da estante depois de três partidas? 
  • Eduardo Vieira em Porque seu jogo novo vai pro fundo da estante depois de três partidas? 
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