Covil dos Jogos
  • Blog Nórdico
  • Nordicast
  • Covil dos Fofos
  • Board Games
  • RPG
  • Covil Digital
Covil dos Jogos
  • Blog Nórdico
  • Nordicast
  • Covil dos Fofos
  • Board Games
  • RPG
  • Covil Digital
Covil dos Jogos
Sem Resultado
Ver Todos os Resultados

Os anúncios da GenCon e o mercado nacional

Renato Simões por Renato Simões
6 anos atrás
em Além dos Jogos, Blog Nórdico
Reading Time: 3 mins read
3
Os anúncios da GenCon e o mercado nacional
53
SHARES
529
VIEWS

Você acompanhou os anúncios da GenCon in Portuguese?

Se sim, aposto que está ao menos um pouco empolgado com alguns dos anúncios feitos durante a feira online. Barrage com expansão? Expansão de TI4? Pandemic Legacy 0?

É, teve muito anúncio empolgante, que a galera estava esperando demais. Mas o que quase passou despercebido, foi alvo de alguns reclamões da internet, mas, na minha opinião, foi o anúncio mais importante da feira online foi o universo de Quartz.

A Grok Games anunciou que 4 novos produtos serão adicionados ao seu “Quartzverso“. Onix, Lapidarius, Quartz – O Jogo de Dados e Quartz Kids. Mas como um anúncio tão pouco comentado na indústria e na mídia especializada pode ser tão relevante assim?

Para quem já leu o, que publiquei aqui alguns dias atrás, isso pode estar mais claro. Eu comentei por lá como a ideia de uma linha de produtos sob uma mesma marca molda as lojas e amplia as vendas da própria linha. E é aí que entra o Quartzverso.

Um dos jogos brasileiros de maior sucesso no mercado nacional, Quartz já vem sendo destaque e campeão de vendas desde o seu lançamento em 2015. Várias reimpressões do jogo já foram feitas e ele segue como um dos preferidos do público brasileiro. Para se ter uma noção, Quartz é o único jogo criado por um brasileiro com mais de 1000 avaliações na Ludopedia. Um jogo com uma força comercial dessas precisa ser reeditado e deveria estar sempre no mercado.

A linha Quartz vem, então, para ser a primeira grande linha de jogos criada 100% no Brasil. Um passo gigante para uma indústria que sempre engatinhou e sempre esbarrou em frases do tipo: “Nossa, é muito bom pra um jogo nacional.” Quartz também passa a ser uma linha que vai brigar por visibilidade e espaço de prateleira dentro das lojas e, no melhor estilo Asmodee, expande sua linha para um público mais abrangente e diverso.

Por esses motivos eu achei o anúncio mais relevante, em termos de mercado, para o Brasil.

Nós que trabalhamos com isso, que “Nosso work é Playar”, sabemos que os bons jogos acabam vindo para o Brasil, hoje em dia. Não tem escapatória, é muita editora, uma hora os bons títulos chegam. Sendo assim, expansões de jogos consagrados ou os hypes do momento como Barrage ou Maracaibo acabam sendo mais do mesmo: bons ou excelentes jogos, criados lá fora, testados no mercado, chegando ao Brasil. Uma terça-feira normal.

Uma empresa que traz uma linha de produtos já testada – e aqui não vai nenhum tipo de julgamento em relação a essa política – se arrisca muito menos que as empresas que criam produtos originais. Isso também tem a ver com o fato de que um projeto desses tem menor potencial de retorno em relação a projetos autorais: todo estúdio está a um jogo do sucesso.

Para se tornar rentável e perene, uma empresa de jogos precisa acertar o seu carro-chefe, aquele jogo que sempre tem saída e que vai sempre ser licenciado para outros países, com novas tiragens etc. O Quartzverso é um importante passo para que o Quartz se consolide dessa forma.

Outra coisa que seria importante frisar é quanto os jogos autorais influenciam e ampliam a relevância dos prêmios – como o Dragão de Ouro e o Prêmio Ludopedia – que temos por aqui em nosso mercado, mas isso é assunto para outro texto.

Caso este texto não tenha sido suficiente, sugiro que também escute este podcast: “”. Lá eu conversei com o Fel Barros sobre jogos Evergreen.

Tags: QuartzQuartzverso
Post Anterior

Notícias da Semana com Lucas da Galápagos – Cortes Nórdicos

Próximo Post

A Galápagos voltará a lançar LCGs? – Cortes Nórdicos

Renato Simões

Renato Simões

Eu sou fundador da Geeks N' Orcs e da UaiPiá. Sou autor, editor, entusiasta e palpiteiro de jogos de tabuleiro. Eu gosto de falar bastante, mas não necessariamente as coisas certas.

Próximo Post
A Galápagos voltará a lançar LCGs? – Cortes Nórdicos

A Galápagos voltará a lançar LCGs? - Cortes Nórdicos

Comentários 3

  1. Daniel Augusto Ramos says:
    5 anos atrás

    Gostei do post Renato, foi muito legal destacar a corregem de fazer jogos nacionais e expandir o mercado

    Responder
    • Avatar photo Renato Simões says:
      5 anos atrás

      Valeu, Daniel! É de fato um risco. A vantagem é que pode ter uma grande recompensa.

      Um abraço!

      Responder
  2. Pingback: Live Nórdica 154 – Produção de Jogos no Brasil – Covil dos Jogos

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sem Resultado
Ver Todos os Resultados

POSTSRECENTES

  • Jogue o Jogo e Leia o Livro – Episódio 1 – Red Rising
  • Live Nórdica 460 – Tem Mas Acabou! – Jogos que Sumiram do Mercado Brasileiro
  • Exodus Machina – Regras e Gameplay
  • Se Você Gosta de UNO, Precisa Conhecer Esses Jogos
  • Papo da Madruga #033 – Covil Con Vale a Pena?

COMENTÁRIOS

  • Jogue o Jogo e Leia o Livro – Episódio 1 – Red Rising – Covil dos Jogos em Samba de 8 a 80 no Carteado
  • Eduardo Vieira em Barrage – Review e Plano de Jogo
  • Vinícius Gonçalves Ghilardi em Barrage – Review e Plano de Jogo
  • Rafael Carvalho em Por trás do Board: Hegemony
  • Renan Ferreira em Por trás do Board: Hegemony
  • Blog Nórdico
  • Nordicast
  • Covil dos Fofos
  • Board Games
  • RPG
  • Covil Digital

© 2020 Covil dos Jogos

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
Sem Resultado
Ver Todos os Resultados
  • Blog Nórdico
  • Nordicast
  • Covil dos Fofos
  • Board Games
  • RPG
  • Covil Digital

© 2020 Covil dos Jogos